5 maneiras de implementar a educação financeira na sua empresa
Publicado em setembro 23, 2019

5 maneiras de implementar a educação financeira na sua empresa

A situação financeira do seu funcionário e sua produtividade estão diretamente ligadas, afinal, problemas relacionados às dívidas podem gerar absenteísmo, estresse e falta de motivação. Por isso, investir em educação financeira na sua empresa pode aumentar o desempenho dele e, consequentemente, diminuir os custos da companhia. 

Para ajudar você a reverter ou evitar esse quadro, reunimos 5 formas de incluir a educação financeira no dia a dia do seu colaborador e mostramos também como o crédito consignado privado pode ser uma excelente solução para ajudá-lo a sair do vermelho. Quer entender melhor este assunto e promover a saúde financeira em sua empresa? Então continue lendo o nosso post!

O que é educação financeira?

Segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE),  a educação financeira tem o objetivo de melhorar a “compreensão sobre os produtos e os conceitos financeiros. A partir do conhecimento, os indivíduos conseguem desenvolver habilidades que levam a decisões conscientes, aproveitamento de oportunidades e à diminuição de riscos”. 

Em outras palavras, ela é uma medida que pode ser utilizada para orientar as pessoas sobre como administrar, de forma saudável, o próprio dinheiro. 

Por que as empresas precisam se preocupar com isso?

Segundo a pesquisa recente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgada em maio de 2019, 62,7% das famílias brasileiras estão endividadas. Mas quem acredita que a inadimplência é comum só para quem ganha menos está muito enganado. Afinal, o levantamento da CNC mostrou que 57,5%, do total de endividados, são famílias com renda acima de 10 salários mínimos. 

Como alguns dos seus colaboradores podem estar nessas estatísticas, investir em educação financeira pode ajudar você, gestor de RH, a promover a saúde financeira da sua empresa de várias formas: 

  • Aumentando a produtividade: 

Isso porque quando um colaborador trabalha despreocupado – pois tem uma reserva financeira para algum gasto emergencial e/ou não possui dívida – tem uma melhora considerável no foco e no desempenho dele. Além disso, o fato da empresa se preocupar com o bem-estar financeiro do funcionário pode fazer ele não se sentir como mais um número ou custo para a companhia e, assim, aumentar a motivação do colaborador. 

  • Reduzindo a quantidade de faltas e afastamentos:

Essa diminuição é possível, porque os funcionários não vão precisam sair para resolver problemas financeiros como renegociação de dívidas, etc. Além disso, eles podem sofrer menos com os casos de depressão (muito comum entre pessoas inadimplentes). 

  • Deixando os colaboradores mais conscientes em relação às políticas de aumento, adiantamento e horas extras:

Porque ao equilibrar os próprios gastos, os colaboradores não vão precisar fazer hora extra – sem ter necessidade – para ganhar mais dinheiro. Assim, eles podem evitar várias consequências negativas como o risco de burnout e sobrecarga de trabalho. 

Com as contas em dia, os funcionários também não vão precisar pedir adiantamento salarial, mais conhecido como “vale”, para aliviar as dívidas. Afinal, a orientação financeira vai servir para evitar que uma gestão equivocada (de pedir sempre vale e 13° salário) se configure, com o tempo, em acúmulo de débitos.

Já em relação ao aumento salarial, o pedido só irá ocorrer quando o colaborador tiver argumentos válidos, baseados na sua produtividade, e não por necessidade financeira. 

  •  Diminuindo a taxa turnover:

Não é incomum vermos em algumas empresas a seguinte situação: um colaborador que está enfrentando sérias dificuldades financeiras, no desespero, negociar sua demissão para utilizar o dinheiro da rescisão para quitar suas dívidas. Desta forma, ao prover educação financeira aos seus funcionários, a empresa pode ver cair suas taxas de turnover.

Agora que você já entendeu o quanto ajudar os seus colaboradores no controle dos gastos é uma boa alternativa, no próximo tópico falaremos de que forma a educação financeira pode ser adotada na sua companhia. 

Quais são as 5 formas de incluir a educação financeira para os seus colaboradores?

Como vimos, incluir uma cultura de orientação financeira pode ajudar a empresa a reduzir a taxa de turnover, aumentar a motivação dos funcionários e combater a improdutividade.  Mas não é só quem ganha os menores salários que precisa aprender a controlar as finanças. É importante ter em mente que a inadimplência ocorre independente do cargo ou renda mensal. 

Para isso, entender os motivos que os levam a contrair dívidas é fundamental. O ideal é o setor de Recursos Humanos fazer um diagnóstico por meio de pesquisas e, a partir da análise dos resultados, pensar nas melhores estratégias para implementar ações de educação financeira. Veja alguns exemplos que podem ser desenvolvidos dentro da sua empresa:

1. Palestras “in company” e workshops:

Uma boa estratégia é trazer um especialista em finanças pessoais para realizar um ciclo de palestras, com um calendário anual, abordando diversos assuntos como: controle de gastos, investimentos, poupança, previdência privada e planilhas de orçamento mensal. Com o resultado da pesquisa de opinião em mãos, será muito mais fácil verificar os assuntos mais interessantes listados pelos colaboradores para serem discutidos durante a palestra ou workshop.

Não esqueça que, no final de cada apresentação, é necessário abrir um espaço para perguntas e respostas, uma vez que esta interação é uma ótima oportunidade para tirar as dúvidas dos colaboradores.

2. Promova campanhas internas: 

Você pode produzir notícias, vídeos, post de blog, folder e e-mail marketing com dicas de finanças para os colaboradores e abordar vários assuntos como: juros rotativos do cartão de crédito, reserva financeira, previdência, etc. Se a sua empresa já tiver um canal oficial de comunicação, como é o caso da intranet, ele será um excelente meio para reunir todos esses assuntos. Aliado a isso, você pode divulgar campanhas ou iniciativas como a Metodologia DSOP, por exemplo, que será descrita a seguir:

3. Metodologia DSOP:

Essa metodologia tem o objetivo de mudar a forma das pessoas lidarem com o dinheiro para trabalhar mais por prazer e menos por necessidade, ou seja, destinar o dinheiro também para a realização dos sonhos, metas e objetivos. Criada pelo Reinaldo Domingos, Doutor em Educação Financeira, a metodologia DSOP possui quatro pilares: Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar que funcionam da seguinte forma: 

  • 1° Pilar – Diagnosticar: tem o objetivo de refletir sobre os gastos pessoais;
  • 2° Pilar – Sonhar: há a definição do sonho da pessoa, o custo total dele, o valor possível para juntar e o tempo necessário para realizá-lo;  
  • 3° Pilar – Orçar: diz respeito a todo o planejamento financeiro para priorizar (não só os gastos) como também o sonho da pessoa e garantir uma reserva financeira, ou seja, é a etapa destinada à análise da priorização de sonhos, prestações contraídas, etc;
  • 4° Pilar – Poupar: é a parte de potencialização de recursos, em outras palavras, é o momento que a pessoa irá guardar dinheiro.  

Mas se preferir um método mais tradicional, o coaching é uma excelente oportunidade de consultoria para os colaboradores.  

4. Coaching:

Um coach qualificado pode fazer uma avaliação da situação financeira do colaborador de maneira personalizada. A partir daí, ele define um plano com dicas para aumentar o rendimento do salário ao fazer a reorganização das contas, controlar e cortar gastos. 

5. Aplicativos para organizar as finanças:

Em campanhas de conscientização, você pode incentivar os colaboradores a utilizarem em casa aplicativos para anotar os gastos do mês (caso eles não gostem de usar caderninhos ou planilhas de Excel). Hoje em dia, há vários apps gratuitos que os funcionários podem utilizar para auxiliá-los na gestão do próprio dinheiro, como é o caso do Jimbo, desenvolvido pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN). Vale lembrar que só usar os apps não basta, pois eles são apenas um complemento à estratégia de orientação financeira. 

Como o crédito consignado privado pode ajudar na reorganização financeira dos colaboradores?

Quando os funcionários começam a colocar em prática as dicas sobre educação financeira, principalmente os endividados, eles percebem que precisam reorganizar as contas e eliminar os boletos com as taxas de juros mais altas do mercado, como é o caso do cheque especial e cartão de crédito. Para a busca por empréstimo não se tornar motivo de mais uma aflição, oferecer o crédito consignado privado na sua empresa pode ser uma excelente opção até mesmo para os funcionários que estão com o nome sujo na praça.

Isso porque essa modalidade de empréstimo, oferecida pela Zipdin, possui uma excelente taxa de juros em comparação com outras modalidades de crédito e oferece a quitação do empréstimo de maneira mais segura, pois é descontado diretamente da folha de pagamento.  Além desses dois benefícios, listamos abaixo outras vantagens do crédito consignado privado Zipdin para as empresas e os colaboradores: 

As vantagens para a empresa:

  • Colaboradores ainda mais satisfeitos, favorecendo um aumento na produção diária de cada um;
  • Contribui para reduzir a taxa de “turnover”;
  • Controle sobre a contratação do produto;
  • Isenção de responsabilidade pelas parcelas não pagas por seus funcionários em caso de  desligamento/afastamento;
  • Possibilidade de boleto para repasse mensal com vencimento após 5 dias do pagamento da folha;
  • Agilidade no processo de contratação e muito menos burocracia para o empregador.

As vantagens para o colaborador:

  • Juros mais baixos em relação a outras linhas de crédito como cheque especial ou empréstimo pessoal;
  • Burocracia quase nula, principalmente devido ao fato da empresa já ter praticamente todos os dados necessários para a aprovação do crédito;
  • Uma média de prazo (parcelamento) de até 3 anos para a quitação;
  • A cobrança das parcelas acontece de forma prática diretamente na folha de pagamento, o que evita atrasos e inadimplência;
  • Mesmo após se desligar da empresa, o solicitante continua podendo usufruir do empréstimo mediante a condições firmadas na contratação;
  • Dispõe de uma política de crédito flexível, permitindo o acesso até mesmo para funcionários com restrições bancárias.

Conforme você viu, há várias maneiras de incluir a educação financeira no dia a dia dos seus colaboradores. É possível contratar especialistas para fazer palestras e workshops, incluir o método DSOP, fazer conteúdos sobre finanças pessoais para divulgar por e-mail marketing, intranet ou folder. É claro que a melhoria no orçamento dos colaboradores pode levar algum tempo, mas quando eles percebem que a empresa se preocupa com o bem-estar deles, a companhia já percebe mudanças positivas significativas na produtividade, taxa de turnover e muito mais. 

Quer saber como oferecer o crédito consignado privado na sua empresa? Clique aqui para preencher o nosso formulário. Em breve, um de nossos especialistas entrará em contato com você! 



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